terça-feira, 19 de outubro de 2010

Elenco de 'Tropa de elite 2' vai celebrar filme com show no Rio

Evento acontece no dia 11 de novembro, na Fundição Progresso. Encontro terá participação da banda Sua Mãe, do ator Wagner Moura.

Parte do elenco do filme "Tropa de elite 2", além de músicos e bandas relacionados ao longa dirigido por José Padilha, vão celebrar a produção em um show que acontece no próximo dia 11, na Fundição Progresso, no Rio.

“Tropa de elite 2 – O show” contará com os atores André Mattos, Milhem Cortaz, Sandro Rocha e André Ramiro como mestres de cerimônia, além do cantor Gabriel o Pensador, as bandas Tijuana, Negralha e Stereo Maracanã e os MC’s Papo Reto, Junior e Leonardo, mais a banda Sua Mãe, do ator Wagner Moura — a equipe técnica do filme também participará da festa.

A assessoria de imprensa da Fundição ainda não divulgou quando começará a venda de ingressos nem os preços.

De acordo com dados do boletim Filme B, "Tropa 2" registrou público de 1,3 milhão de espectadores em seu primeiro fim de semana, com bilheteria de R$ 14 milhões. O desempenho colocou o filme na quarta colocação entre as maiores aberturas de cinema no Brasil nos últimos dez anos, à frente, entre outros, do primeiro "Homem-Aranha" e "Eclipse".

Com estes números, o longa também já pode ser considerado a maior estreia nacional de 2010, superando as sagas espíritas "Chico Xavier" e "Nosso lar", que foram vistas no primeiro final de semana por 590 mil e 560 mil, respectivamente.

Pirataria

Continuação do longa de 2007, premiado com o Urso de Prata no Festival de Berlim, "Tropa de elite 2" mostra seu protagonista, o policial do Bope Nascimento (Wagner Moura), combatendo novos inimigos: políticos corruptos e as milícias que agem nas favelas cariocas.

A segunda parte do longa dá um salto de 15 anos em relação à trama oirginal e traz o ex-capitão do Bope, promovido a subsecretário da Segurança Pública, também em confronto com um ativista dos direitos humanos, vivido pelo ator Irandhir Santos.

"Tropa 2" foi lançado sob forte esquema antipirataria, que incluiu instruções do Bope segundo o diretor José Padilha. Além de não ter produzido cópias digitais, somente película, a sessão première no Teatro Municipal de Paulínia, no interior paulista, incluía revista em bolsas com apreensão de câmeras e celulares de convidados, além e portas com detectores de metais na sala de exibição.

Segundo o diretor, tanta precaução se referia ao "trauma" sofrido em 2007, quando o filme foi pirateado e se tornado fenômeno nos camelôs. Estima-se que 11 milhões de pessoas tenham assistido a um DVD pirata do filme antes de sua estreia.

Fonte: G1