sexta-feira, 20 de outubro de 2017

RESENHA* Exodus - de onde eu vim não existe mais: filme sobre drama do refugiado

De em outubro 13, 2017  

Tarcha, nascida no Saara Ocidental, foi expulsa de sua terra e hoje vive na fronteira, repleta de minas terrestres


Um dos problemas cruciais da humanidade hoje é a questão da imigração e o drama das pessoas que são obrigadas a deixar suas terras, por motivos distintos, para tentar a vida em outros países, que nem sempre são solidários aos refugiados. Para tratar desta questão tão grave, o documentário Exodus- de onde eu vim não existe mais — dirigido por Hank Levine da produtora brasileira O2 Filmes em coprodução com a Alemanha —, acompanha a trajetória de vida de seis imigrantes.
Partindo de São Paulo, o filme mostra como vive a síria Dana que trabalha como secretária em uma mesquita e deseja reencontrar a família no Canadá. Na Alemanha são dois os casos relatados, o da ativista Napuli que deixou o conturbado Sudão do Sul e Bruno, que abandonou o Togo, na África, e viveu anos num espaço para refugiados, uma espécie de prisão; hoje ele luta por outros refugiados residentes na Alemanha. Em Mianmar o filme retrata o drama do casal Lahtow e Mahka, que perderam o direito de morar na casa deles, pois vivem em região de guerra. Já o caso da idosa Tarcha é terrível: nascida no Saara Ocidental, ela foi expulsa de sua terra e é testemunha da opressão marroquina, vivendo hoje na fronteira de seu país, repleta de minas terrestres. Por último, o documentário mostra a trajetória de Nizar, sírio-palestino que tem uma passagem pelo Brasil, mas seu destino é a Alemanha, onde tentará um visto de permanência para estudar.

A síria Dana trabalha numa mesquita em São Paulo e quer reencontrar a família no Canadá

O filme é recortado com as histórias dos personagens e aos poucos o espectador vai tendo a dimensão do drama que é ter de deixar sua casa, seu país e tentar a vida em outro local, com outra cultura, outro idioma, outra realidade. Os motivos são os mais variados, desde a miséria e a fome até a guerra, a luta pelo poder, a ganância humana. Com roteiro e direção de Levine, o documentário em diversos momentos traz textos para elucidar fatos históricos sobre o que ocorre hoje ou o que aconteceu nas regiões dos personagens retratados no filme. Em off, o ator Wagner Moura também faz  interferências, mostrando o horror porque passam os milhões de pessoas pelo mundo, em suas marchas e em campos de refugiados (que mais parecem campos de concentração!). O discurso da sudanesa Napuli é ácido e incisivo: “Não somos todos iguais neste mundo?”

A ativista Napuli deixou o Sudão do Sul e hoje luta ao lado do marido alemão pelos refugiados


Mais do que retratar o drama da imigração nos nossos dias, o documentário provoca uma reflexão profunda de todos nós. Wagner Moura é o porta-voz desta voz indignada:
“Qual o preço de se ter um lugar para respirar? Quem tem o direito de viver em paz? Quem merece morrer com medo?”


Questionamentos profundos que remetem a uma reflexão do nosso papel neste conturbado, injustiçado e polêmico mundo contemporâneo.

Texto de: em outubro 13, 2017


Por: Paula Andréia 
Nossas Redes Sociais: 
Equipe do Blog: Carol Monteiro, Paula Andréia e Gabi Marques


segunda-feira, 9 de outubro de 2017

Minha Canção - The Smiths *participação do Wagner Moura


Episódio desta semana, do programa Minha Canção, traz The Smiths e participação especial de Wagner Moura. Enquanto a música pop ia tomando novos e diferentes rumos,​ ​quatro​ ​ rapazes​ ​da​ ​classe operária​ ​de​ ​Manchester,​ ​ao​ ​norte​ ​na​ ​Inglaterra,​ ​criavam​ ​o​ ​que​ ​seria​ ​a​ ​mais influente​ ​banda ​ ​inglesa​ ​dos anos 80:​ ​The​ ​Smiths. As​ ​letras​ ​do​ ​Morrisey ​ ​são​ ​carregadas​ ​de​ ​sentimentos​ ​fortes,​ ​amores​ ​loucos, desilusões​ ​devastadoras. E é sobre elas que a Sarah Oliveira e o Wagner falam no programa.
Minha Canção, apresentado por Sarah Oliveira, é um programa de rádio que faz uma viagem pelas músicas e artistas que ecoam em nossos corações.
Acompanhe o programa na íntegra, ao vivo, em 107,3 - Rádio Eldorado.
Pela web: no site Território Eldorado ou baixe o app gratuito da Rádio Eldorado.
Toda Sexta-Feira e Domingo. Às 17h.
 Às Quartas, novos vídeos com os melhores momentos de cada programa.

Não deixe de seguir as redes sociais!


 


Por: Paula Andréia 

Nossas Redes Sociais: 

Equipe do Blog: Carol Monteiro, Paula Andréia e Gabi Marques

terça-feira, 19 de setembro de 2017

Nova temporada de "Bipolar Show" estreia dia 19/09, às 21h30

Michel Melamed mistura humor, tristeza e raiva em temporada crua, trazendo encontros com Wagner Moura e Débora Falabella.



Pelo terceiro ano consecutivo, Michel Melamed anuncia: “Bipolar Show está no mar”! Mas, para se manter fiel ao seu formato original, o programa uma vez mais mudará tudo, trazendo novos cenários, locações e figurinos. O objetivo principal, no entanto, continua sendo o mesmo, possibilitar um encontro livre entre dois artistas, nos mais diversos estados de humor. Entre os convidados da atração estão Wagner Moura, Eliane Giardini, Débora Falabella, Gabriel Leone, Alice Wegmann, Luís Miranda e Maria Luisa Mendonça, entre outros.
Criada e dirigida pelo apresentador, a nova temporada é definida por ele como essencial e crua. Os cenários, tradicionalmente alusivos ao mobiliário dos late shows americanos trazem, desta vez, apenas linhas estruturais e em duas locações distintas: o Instituto Europeu de Design, nas ruínas dos históricos Cassino da Urca e Tv Tupi, e no campus da Universidade Federal do Rio de Janeiro, ao ar livre, com câmeras abertas aos estudantes. Poetas como Chacal, Bruna Beber e Geraldinho Carneiro passam a falar poemas ao fim de cada episódio no lugar do número musical dos anos anteriores, e os quadros também foram abolidos, centrando cada programa na profundidade das conversas e na emoção dos convidados em cena.

Estreia: terça, dia 19/09, às 21h30.
1° Horário: terça, às 21h30.
Alternativos: quarta, às 13h e domingo, às 16h.

Assista às temporadas anteriores pelo Canal Brasil Play.

Fonte: Canal Brasil  

Por: Paula Andréia
Equipe do Blog: Carol Monteiro, Paula Andréia e Gabi Marques
Nossas Redes Sociais:
Fanpage Facebook https://www.facebook.com/oficialwagnermoura/
 

quinta-feira, 7 de setembro de 2017

Wagner Moura fala sobre participação

Wagner Moura fala sobre participação ao Celebrar Betinho, site criado para homenagear Herbert de Souza 20 anos depois de sua morte. Confira o vídeo: https://goo.gl/asRY3A
Aproveite também para navegar no www.celebrarbetinho.org.br e ficar por dentro das novidades, como o Prêmio Betinho Imagens de Cidadania que está com inscrições abertas.


#CelebrarBetinho #PrêmioBetinho #Betinho #ImagensDeCidadania #democracia #participação #princípiosdademocracia

Por: Paula Andréia
Equipe do Blog: Carol Monteiro, Paula Andréia e Gabi Marques
Nossas Redes Sociais:
Fanpage Facebook https://www.facebook.com/oficialwagnermoura/


Fonte: Celebrar Betinho

quarta-feira, 16 de agosto de 2017

Teaser do filme ‘Bingo: O Rei das Manhãs’ com participações especiais

Nunca foi segredo que o papel do Palhaço Bingo, no filme de Daniel Rezende, foi feito para o Wagner Moura.  E o novo teaser do filme, que estreia ainda este mês, brinca com isso.



Nele, Vladimir Brichta (que será o palhaço Bingo) encontra Wagner se maquiando no camarim e dizendo que fará o filme, pois abriu uma brecha na sua agenda, já que o personagem da série que estava gravando – e que o fez recusar o papel do palhaço – morreu inexplicavelmente (ironia pura).
O diálogo dos dois no camarim é hilário e com direito ao Wagner propondo que eles dividam o papel, e que ele pode fazer um palhaço que fala espanhol.
Por fim, Wagner acaba concordando em abandonar o filme, e solta a frase mais engraçada do teaser: Mas vai ter um filme do ‘Patati Patatá’ e quem vai fazer essa porra, sou eu!
E veja o vídeo até o final, irá encontrar outro ator baiano querendo ser o palhaço do filme.
Assista o teaser completo aqui:



Por: Paula Andréia
Equipe do Blog: Carol Monteiro, Paula Andréia e Gabi Marques
Nossas Redes Sociais:
Fanpage Facebook https://www.facebook.com/oficialwagnermoura/
 
Fonte: Cinematologia (texto escrito por Paula Andréia que é colunista do site)

domingo, 6 de agosto de 2017

Wagner Moura e Lázaro Ramos visitam elenco do Vitória antes do jogo contra o Flamengo

Dupla de atores baianos foi ao hotel para bater um papo com os jogadores e com o técnico Vagner Mancini.

Não vai cair ninguém! Se depender da ilustre dupla de rubro-negros, Lázaro Ramos e Wagner Moura, o Vitória vai dar a volta por cima no Campeonato Brasileiro. Na manhã deste domingo (6), os atores baianos foram ao hotel em que a delegação do Leão estava hospedada e bateu um papo com os jogadores e com o técnico Vagner Mancini horas antes da partida contra o Flamengo, que acontece às 11h.
Lázaro e Wagner marcarão presença nas arquibancadas do estádio Luso-Brasileiro para ajudar a empurrar o rubro-negro, que precisa vencer o Flamengo para melhorar sua situação na tabela. Atualmente, o time é o 19º na tabela, com apenas 16 pontos somados



Por: Paula Andréia
Equipe do Blog: Carol Monteiro, Paula Andréia e Gabi Marques
Nossas Redes Sociais:
Fanpage Facebook https://www.facebook.com/oficialwagnermoura/
 
Fonte: Correio 24Horas

quarta-feira, 12 de julho de 2017

Wagner Moura temeu dar 'desgosto' para o pai ao escolher a profissão de ator

No 'Conversa com Bial' desta terça-feira (11/7), o ator relembra teste na Globo e confessa que já recusou convites de Hollywood.

Aos 41 anos, com reconhecimento nacional e internacional, o ator Wagner Moura experimenta o posto de diretor de cinema, fala da nova experiência e assume, apesar de prezar a privacidade, não separar sua vida privada da pública. Ainda no bate-papo, do Conversa com Bial desta terça-feira (11/7), o artista diz ter feito jornalismo para 'acalmar' o coração do pai, que era militar. 


Interpretação de Pablo Escobar

“Viro outra coisa quando falo espanhol, para mim foi dificílimo, foi a coisa mais difícil que já fiz. Tinha cinco ou seis meses. Tentei adiantar o processo no Brasil. Fui para Colômbia sozinho e fiquei estudando lá. A língua espanhola me deu um sentimento de pertencimento a uma cultura. Falamos português e me senti pela primeira vez latino”

Preparação para o personagem

“Engordei 20 quilos, dos quais ainda não me livrei. Quando acabei, fiz uma superdieta, queria me livrar da barriga, mas queria tirar aquela energia. Eu fiz uma dieta vegana, sem carne e perdi uns 13 quilos ou 14. Já retomei uns 5 ou 6 (risos)"



Entrada na Globo

“Quando fui cadastrado na Globo, eu fui fazer o cadastro e a moça do cadastro saiu e o Lázaro (Ramos) mexeu na ficha para ver como a gente tava. Tinha 'tipos'... Tinha um X nas nossas caras, mas acho que era um elogio"

Medo da profissão

“Meu pai não era o perfil clássico de militar, ele saiu no pau de arara do nordeste e veio para o Rio lavar prato. Ele entrou nas Forças Armadas e entrou como sargento, mas foi sempre ligado à literatura. Ele sempre gostou muito de ler. Eu gosto muito de ler e meus filhos ainda não embalaram nisso, talvez por causa da tecnologia”


A escolha do jornalismo

“Quando resolvi ser ator eu não joguei no colo demais do meu pai porque ele se esfolou muito para eu estudar. Eu me sentia muito ‘vou dar um desgosto muito grande para esse homem’. Daí escolhi o jornalismo. Ele viveu para ver que o teatro e o trabalho de diretor me completavam, me faziam bem”

Wagner Moura luta contra o trabalho escravo no país

“O Brasil é um dos países que mais combate o trabalho escravo. Essa nossa definição é uma das mais modernas do mundo e está em cheque. Eu vou fazer de tudo para não deixar”



O sonho do cinema

“Eu queria trabalhar na Globo, mas queria mesmo fazer cinema. Queria ser um ator de cinema. Mas queria fazer uma novela também, queria que meu pai visse em Salvador, na Bahia”

Ficou estigmatizado por causa do personagem?

“É possível, é o personagem que as pessoas mais se referem. Isso é normal, é um personagem muito forte de fato e teve um tamanho muito grande, nunca vi como um problema. Sei que sou um ator que consigo fazer coisas diferentes. O meu critério hoje é o que aquilo vai acrescentar na minha vida”

Negação a Hollywood

“Eu nego um monte de coisa que me chamam para fazer, depois do Pablo então. O que eu quero fazer é trabalhar personagens latinos que não reforcem estereótipos”

Ficou estigmatizado por causa do personagem?

“É possível, é o personagem que as pessoas mais se referem. Isso é normal, é um personagem muito forte de fato e teve um tamanho muito grande, nunca vi como um problema. Sei que sou um ator que consigo fazer coisas diferentes. O meu critério hoje é o que aquilo vai acrescentar na minha vida”

Negação a Hollywood

“Eu nego um monte de coisa que me chamam para fazer, depois do Pablo então. O que eu quero fazer é trabalhar personagens latinos que não reforcem estereótipos”

Vida privada x pública

“O homem que sou e o artista são a mesma coisa, não vejo muita separação. Preso privacidade, mas sou artista”
E não esqueça: o Conversa com Bial vai ao ar de segunda a sexta, após o Jornal da Globo, e você pode rever tudo na íntegra no Globo Play. Acompanhe a atração também no Facebook e no Instagram!

Por: Paula Andréia
Equipe do Blog: Carol Monteiro, Paula Andréia e Gabi Marques
Nossas Redes Sociais:
Fanpage Facebook https://www.facebook.com/oficialwagnermoura/

Fonte: GShow