sexta-feira, 24 de outubro de 2014

Astros do cinema brasileiro, Wagner Moura e Selton Mello têm no filme ‘Trash’ seu primeiro encontro nas telas

Produção dirigida pelo inglês Stephen Daldry, o mesmo de ‘Billy Elliot’, estreia no Brasil nesta quinta-feira. 
Por André Miranda 



RIO — Há muitas formas de se enxergar o encontro inédito que poderá ser visto, a partir desta quinta-feira, nos cinemas brasileiros. O Capitão Nascimento com o Palhaço Pangaré? O salva-vidas Donato com o atormentado Lourenço? O cientista Zero com o imigrante Jean Charles? O malandro Naldinho com o medroso Chicó? Ou o presidiário Zico com o traficante Johnny?

Em todos os pontos de vista, independentemente do personagem que mais marcou os fãs, o baiano Wagner Moura e o mineiro Selton Mello são dois dos atores mais celebrados do cinema brasileiro contemporâneo. Juntos, eles acumulam quase 70 prêmios, mas nunca haviam contracenado juntos até receberem um convite do inglês Stephen Daldry para integrar o elenco de “Trash — A esperança vem do lixo”. O filme é uma megaprodução internacional, toda rodada no Rio, que estreia nesta quinta no Brasil e que marca o primeiro encontro entre Wagner e Selton, logo como antagonistas e com direito a uma cena de tortura.

— Teve um dia em que a gente passou um tempo lá em casa bebendo vinho e conversando sobre achar alguma coisa para fazer juntos. A ideia era tocar logo alguma coisa, antes que aparecesse um gringo e convidasse a gente. Mas o gringo apareceu antes — conta Wagner.
— O lance é que ainda somos novos, tínhamos tempo para encontrar os papéis certos — acrescenta Selton. — Aliás, eu tinha chamado o Wagner para ser o protagonista de “O palhaço” (filme de 2011, dirigido pelo próprio Selton). Só que ele estava trabalhando no “Tropa de Elite 2” (2010) e não pôde. Acabou que foi o Wagner que me incentivou a fazer meu personagem no “Palhaço”.
Em “Trash”, Wagner vive José Angelo, um homem idealista que tenta denunciar um esquema de corrupção, enquanto Selton interpreta o policial mau-caráter Frederico. Os dois são coadjuvantes de um thriller centrado em três meninos (vividos pelos novatos Rickson Tevez, Eduardo Luis e Gabriel Weinstein) que encontram uma carteira num lixão e passam a percorrer a cidade para solucionar o mistério associado à descoberta.
Também com as participações de Martin Sheen e Rooney Mara, “Trash” é o quinto longa-metragem de Daldry, cineasta que conseguiu levar para a disputa do Oscar todos os seus filmes anteriores: “Billy Elliot” (2000), “As horas” (2002), “O leitor” (2008) e “Tão forte e tão perto” (2011).
— Falar sobre Selton e Wagner é igual a quando perguntam como foi dirigir Meryl Streep. O que posso dizer? Foi fabuloso. Eu não precisava falar muita coisa para eles, apenas pedia que eles fizessem a cena e eles faziam — explica Daldry, que voltou ao Brasil nesta semana para apresentar “Trash” na sessão de encerramento do Festival do Rio, anteontem.
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Os dois atores revelam que seu primeiro encontro com Daldry foi bem mais simples do que esperavam para um diretor requisitado. Não houve testes, longas conversas ou seleção de elenco. Daldry apenas almoçou com cada um deles e fechou a parceria.
— Eu imaginei que faria 200 testes com o cara para ele ficar convencido, mas não teve nada disso. Acho que ele já tinha visto “O cheiro do ralo” (2006) e “O palhaço” e usou aquele almoço só para me sacar — afirma Selton. — Ele tem um lance sensível de olhar para você e te entender. No set era parecido. Ele às vezes pedia para a gente improvisar, para fazer as cenas de outro jeito. A gente fazia e, mesmo sem entender português, ele dizia que daquele novo jeito estava melhor. Acho que ele prestava atenção na musicalidade, no jeito como a gente falava.
O que certamente mais vai chamar a atenção dos espectadores no trabalho de Wagner e Selton é uma cena de tortura policial, em que o primeiro apanha do segundo. A sequência foi gravada no início do ano, quase dois meses após o término das filmagens.
— Acho que, quando eles terminaram o filme, perceberam que não tinham colocado nós dois juntos. E então nos ligaram e pediram para voltarmos para uma gravação extra — brinca Wagner. — Falando sério, é uma cena importante para a história. E foi um negócio meio forte, eu usava uma maquiagem pesada. Mas o pior foi que eu perdi um pedaço da minha córnea na gravação. Não sei bem o que aconteceu, acho que foi na hora de tirar a maquiagem. Mas eu tinha que viajar para o Festival de Berlim, para apresentar o “Praia do Futuro” no dia seguinte. Passei a noite no médico e viajei com uma lente de proteção no olho.

Para o público brasileiro que assistir a “Trash”, Wagner e Selton servirão como elos entre a visão de um inglês sobre a realidade do país. Com roteiro de Richard Curtis (de “Quatro casamentos e um funeral” e “Um lugar chamado Notting Hill”), o filme é focado nos desejos e na esperança de três meninos pobres, mas passa por temas como miséria, corrupção e truculência policial. É o tipo de produção que certamente vai gerar uma pergunta: o que diabos estrangeiros sabem para tratar dos problemas brasileiros?
— Eu acho bom que seja um olhar diferente. E acho que essa resistência que costuma haver dos brasileiros para olhares estrangeiros é um pouco xenófoba, como se só a gente pudesse enxergar e falar sobre nossos problemas — diz Wagner. — É bom que venha um cara da estatura do Daldry para abordar esses assuntos.
De certa forma, o próprio Wagner participa hoje de uma produção que leva um olhar estrangeiro para outro país. Ele fez uma pausa de três dias para vir ao Festival do Rio, mas tem passado quase todo o seu tempo na Colômbia, onde grava, sob direção de José Padilha, a série “Narcos”. Trata-se de uma produção exclusiva da Netflix, com estreia prevista para o ano que vem, sobre o cartel do colombiano Pablo Escobar, personagem de Wagner.
Já Selton tem se dedicado à pré-produção de “O filme da minha vida”, seu próximo longa como ator e diretor. A obra é baseada no livro chileno “Um pai de cinema”, de Antonio Skármeta, o mesmo autor de “O carteiro e o poeta”, e será rodada no primeiro semestre de 2015. Depois, ele irá atuar em “Zama”, o novo filme da argentina Lucrecia Martel.
— Ajudo a coproduzir meus filmes e vejo a dificuldade gigante que é, como a burocracia emperra tudo, como filmar hoje no Rio é caríssimo — diz Selton, destacando a relevância do movimento Rio: Mais Cinema, Menos Cenário, lançado por um grupo de cineastas durante o Festival do Rio para pedir mudanças nas políticas para o audiovisual de estado e prefeitura. — É importante deixar claro que outra linguagem pode ser feita, não só os filmes comerciais. Temos que ter todos os tipos de cinema.
Selton e Wagner são, certamente, bons exemplos de atores que dialogam bem entre o cinema comercial e o cinema de arte. No currículo do primeiro estão obras como “O auto da compadecida” (2000), “Lavoura Arcaica” (2001) e “Meu nome não é Johnny” (2008). No do segundo aparecem “Cidade Baixa” (2005), “Tropa de elite” (2007) e “Elysium” (2013).

Antes de “Trash”, o único trabalho em que os nomes dos dois surgiram nos créditos foi no filme “Nina” (2004), de Heitor Dhalia, em que tiveram papéis mínimos e não contracenaram. Agora, para o futuro, quem sabe?, isso pode mudar.
— Selton é a referência da nossa geração. É um farol. Tudo o que a gente queria fazer, ele fez antes — afirma Wagner.
— Se eu era referência, ele foi além. Wagner é o maior ator da minha geração. No dia em que a gente rodou a cena da tortura em “Trash”, prestei atenção no método dele e consegui entender como seus personagens são tão profundos — diz Selton.

Fonte: O Globo

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Wagner Moura e Selton Mello falam sobre o filme Trash – A Esperança Vem do Lixo

Trash – A Esperança Vem do Lixo reúne no elenco os dois maiores atores brasileiros de sua geração. No filme dirigido pelo cineasta inglês Stephen Daldry, Selton Mello e Wagner Moura contracenam rapidamente em um par de sequências – mas seus personagens imprimem o tom da trama, encarnando os polos opostos da história em que três garotos encontram em um lixão uma carteira com pistas que levam a um tesouro. O jornalista Roger Lerina conversou com a dupla de astros no Rio de Janeiro, cidade onde se desenrola essa fábula contemporânea.




Entrevista com o ator Wagner Moura
Fale sobre seu personagem.
Faço José Angelo, um personagem bem bonito. É um papel pequeno, que aparece em algumas cenas do filme, a maioria das vezes em flashback. Ele é o cara que começa essa história toda: ele trabalha durante 18 anos na casa de um político corrupto para fazer uma coisa que muda a vida de muita gente, especialmente as das crianças. Os meninos são meio que guiados pelo espírito desse cara, do que ele fez. Elas fazem o que acham que é certo porque esse cara fez o que achava que era certo.
A imagem que Trash mostra é a de uma realidade marcada pela injustiça social e pela violência. O que você acha disso?
A arte de maneira geral é um espelho da vida. A nossa vida no Brasil infelizmente é muito afetada pela corrupção, pela violência, pela maneira como a polícia trata os mais pobres. Se o filme iria falar sobre essa realidade, era inegável que fôssemos tocar nesses temas.
Como foi trabalhar com Stephen Daldry?
A gente encontra muitos diretores na vida, mas encontros poderosos como esse com o o Stephen acontecem apenas de tempos em tempos. Ele não fala português, e era bonito ver como o ouvido dele funcionava intuitivamente. Ele dirigia a cena como se fosse uma música. Mandava você seguir por um caminho totalmente diferente. Nós, atores, às vezes resistimos a isso, mas eu faria qualquer coisa que ele mandasse. Acho bacana ter um diretor olhando o Brasil do jeito dele. Ele me prometeu que, se tiver um personagem falando inglês com sotaque estranho no próximo filme dele, vai me chamar (risos). Queria trabalhar mais com ele.
Você está muito parecido com o traficante colombiano Pablo Escobar por conta das gravações do seriado Narcos, do Netflix, certo?
Nós filmamos os dois primeiros episódios, que são dirigidos pelo José Padilha (diretor de Tropa de Elite). Quando eu voltar para a Colômbia, começaremos a filmar com o Guillermo Navarro (realizador e diretor de fotografia mexicano), que vai dirigir os episódios três e quatro. Está tudo indo superbem, um elenco incrível! Nós aqui no Brasil estamos ilhados em relação ao que acontece na América Latina, e esse projeto reúne atores da Argentina, do Chile, do Peru, da Bolívia, os melhores atores desses países. São atores que eu não conhecia, porque a gente fica aqui consumindo nossa própria cultura. Deve ir ao ar em 2015, mas não sei quando.

Trash fica entre o real e a fábulaPor Roger Lerina
Em Trash – A Esperança Vem do Lixo, o diretor Stephen Daldry e o roteirista Richard Curtis levaram para o Rio de Janeiro a trama original de Andy Mulligan. Na novela do escritor inglês –  editada no Brasil pela Cosac Naify – , a história se passa em um país de Terceiro Mundo não nomeado, mas que poderia ser qualquer um da América Latina. Com a colaboração do brasileiro Felipe Braga, o roteiro do filme situa o enredo no Rio de Janeiro de hoje, onde os adolescentes Raphael, Gardo e Rato –  interpretados por jovens estreantes, selecionados em comunidades cariocas –  encontram uma misteriosa carteira no lixão em que trabalham.
A descoberta detona uma dupla caçada: o trio de garotos tenta desvendar o segredo que o fugitivo José Angelo (Wagner Moura) deixou cifrado entre seus pertences, enquanto o policial Frederico (Selton Mello) persegue os meninos pela cidade, reportando sua busca a um poderoso político –  interpretado pelo ator Stepan Nercessian.
Trash evoca dois longas do cineasta Danny Boyle, Caiu do Céu (2004) e Quem Quer Ser um Milionário? (2008): como no primeiro, os pequenos protagonistas também testemunham a maneira de as pessoas agirem moralmente diante da riqueza e do poder; já do oscarizado segundo título, o filme em cartaz nos cinemas recorda a dura vida das crianças que crescem à margem das grandes cidades dos países em desenvolvimento.
O problema do roteiro de Curtis – autor das histórias de comédias de sucesso como Dois Casamentos e um Funeral (1994) e Um Lugar Chamado Notting Hill (1999) – é um maniqueísmo que acaba parecendo artificial. Bons e maus são esboçados sem nuanças na tela, dificultando a identificação com personagens imersos em uma sociedade complexa e contraditória como a brasileira. Somado a certas improbabilidades do enredo, Trash fica a meio caminho entre o cru retrato político e social do país e uma fábula moral de esperança e redenção relativamente descolada do registro da realidade. 

Fonte: Zero Hora

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

Famosos conferem pré-estreia do filme 'Trash' no Rio

Longa tem no elenco Selton Mello, Wanger Moura, os americanos Martin Sheen e Rooney Mara, e foi escrito por autor de 'Um Lugar Chamado Nothing Hill'






Um time estrelado foi conferir a pré-estreia do filme Trash - A Esperança Vem do Lixo, na noite da última terça-feira (7), no Rio.
O longa é um drama e suspense produzido em parceria entre Brasil e Reino Unido. Ele é estrelado por Selton Mello, Wagner Moura, Rooney Mara - atriz americana indicada ao Oscar por sua atuação em Millenium: Os Homens Que Não Amavam As Mulheres - e Martin Sheen, americano diversas vezes vencedor do Globo de Ouro e Emmy, famoso por filmes como Apocalipse Now, Wall Street - Poder e Cobiça, Top Gang 2: A Missão e O Espetacular Homem-Aranha, entre diversos outros. 
A direção é de Stephen Daldry, que tem no currículo o aclamado Billy Elliot, e escrito por Richad Curtis, autor também de Quatro Casamentos e Um Funeral e a clássica comédia romântica Um Lugar Chamado Nothing Hill, estrelada por Julia Roberts.
Parte do elenco se reuniu no tapete vermelho.

Fonte:  Terra

quinta-feira, 11 de setembro de 2014

Trash – A Esperança Vem do Lixo': Entrevistas com Wagner Moura e Selton Mello


Trash – A Esperança Vem do Lixo‘, do premiado diretor Stephen Daldry (‘Billy Elliot’, ‘As Horas’), ganhou dois featurettes. 
Neles, os atores Wagner Moura (‘Tropa de Elite’) e Selton Mello (‘O Palhaço’) falam sobre o projeto e seus personagens. 

Assista:
Trash – A Esperança Vem do Lixo‘ foi o filme escolhido para o encerramento do Festival do Rio 2014.
Com tapete vermelho no dia 7 de outubro, a première contará com a presença já confirmada do diretor. Todo rodado no Rio de Janeiro, Trash reúne um elenco internacional, com Martin Sheen (‘O espetacular Homem-Aranha’) e Rooney Mara (‘Terapia de risco’); estrelas nacionais como Selton Mello (‘O palhaço’) e Wagner Moura (‘Elysium’); além de participações de Nelson Xavier, José Dummont, André Ramiro e Leandro Firmino.
O longa é uma adaptação do best-seller de Andy Mulligan, com roteiro de Richard Curtis, conhecido por trabalhos como ‘Cavalo de guerra‘ e ‘Um lugar chamado Notting Hill‘.
O thriller contemporâneo acompanha três meninos, Raphael (Rickson Tevez), Gardo (Eduardo Luis) e Rato (Gabriel Weinstein), que vivem num lixão. Uma descoberta inesperada os leva para uma aventura vertiginosa, na qual vão precisar de todas as suas habilidades para lutar contra inimigos poderosos, com o policial Frederico e o político Santos (Stephan Nercessian). Eles só contam com a ajuda do pastor Juilliard (Martin Sheen) e da professora Olivia (Rooney Mara).
O filme estreia dia 9 de outubro nos cinemas nacionais.

Assista ao trailer




Fonte: Uol

quarta-feira, 10 de setembro de 2014

Rio, Eu te Amo: Equipe fala sobre efeitos de Wagner Moura voando

No curta "Inútil Paisagem", que José Padilha dirigiu para o filme coletivo "Rio, Eu te Amo", Wagner Moura voa de asa-delta ao redor do Cristo Redentor. Para criar o efeito, a equipe do filme teve que filmar em locações isoladas, onde não havia nada em volta, para enquadrar o ator pendurado na asa em um cenário real. O supervisor de efeitos visuais Cláudio Peralta e a produtora executiva Eliana Soárez contam como enfrentaram o desafio. "Rio, Eu Te Amo" (Brasil, 2014), dirigido por John Turturro, Fernando Meirelles, José Padilha e outros. Novo episódio da série de filmes Cidades do Amor, Rio, Eu Te Amo reúne dez curtas de dez diretores brasileiros e internacionais. Cada uma das histórias revela um bairro e uma característica marcante da cidade maravilhosa. Com Fernanda Montenegro, Rodrigo Santoro e Bruna Linzmeyer. Estreia em 11 de setembro de 2014. Visite o UOL Cinema.
Fonte:Uol

segunda-feira, 8 de setembro de 2014

'Trash', com Wagner Moura e Rooney Mara, vai encerrar o Festival do Rio

Diretor Stephen Daldry vem ao Brasil para exibição no dia 7 de outubro. Selton Mello e Martin Sheen estão em filme sobre jovens de 'lixão' no Rio. 



A organização do Festival do Rio, que acontece entre 24 de setembro e 8 de outubro, anunciou que o filme "Trash: A esperança vem do lixo" foi escolhido para a sessão de encerramento do evento. O diretor Stephen Daldry, indicado ao Oscar por "As horas", "Billy Elliot" e "O leitor", vem ao Brasil para o tapete vermelho e a exibição, que acontecerá no dia 7 de outubro.
Rooney Mara (também indicada ao Oscar, por "Millennium: Os homens que não amavam as mulheres") e Martin Sheen (de "Apocalypse  now", pai de Charlie Sheen e Emilio Estevez) são os astros norte-americanos de "Trash". Wagner Moura e Selton Mello também atuam. Os protagonistas são três adolescentes estreantes, encontrados após seis meses de testes em comunidades do Rio.
Rickson Tevez, da Rocinha, Gabriel Weinstein, da Cidade de Deus, e Eduardo Luis, de Inhaúma, interpretam moradores de um lixão que encontram uma carteira e se envolvem em uma trama de corrupção. Selton Mello é um policial violento, Wagner Moura, um homem perseguido; Martin Sheen, um padre missionário e Rooney Mara, uma professora de inglês de uma ONG.
Na semana passada, a programação da Première Brasil, que reúne os filmes nacionais que competem pelo Troféu Redentor, foi divulgada. Foram selecionados 69 produções, sendo 41 longas e 28 curtas.
Na mostra competitiva de longas, estão dez produções de ficção. Entre eles, "Ausência"; "Love Film Festival"; "O Fim De Uma Era"; "O Fim e os Meios"; "O Outro Lado do Paraíso"; "Último Cine Drive-in"; e "Prometo um dia deixar essa cidade" vão ter pré-estreia mundial no Festival do Rio 2014.

Fonte: G1